Ouvi, hoje, que estão a preparar uma festa para o mês de Agosto. Óptimo. Porreiro. Excelente...
Depois de uma pequena analise, lembrei-me que este ano é, ano de eleições autárquicas! Deu-me vontade de rir... Lembrei-me do S.João do ano de 2005. Foi uma festa do padroeiro de Covas do Douro, mas que parecia uma festa de apresentação da Candidatura Independente à Câmara Municipal de Sabrosa. Sim, a aldeia foi invadida, nessa festa, por pessoas da lista Independente. Foi uma verdadeira festa comício. A verdade que essa lista ganhou as eleições!
Não me passa pela cabeça assistir, novamente, a uma festa de apresentação de candidatos ás autarquias. Mas desconfio...
Louvo, como sempre o fiz, as pessoas que organizam eventos na nossa terra.
Longe vai o tempo em que organizei essas festas. Muitas horas sem dormir, horas sem comer, horas sem estar com a familia. Dores de cabeça. Cansei-me de rumar contra a maré. Mas nunca disse um NÃO, quando me pediram ajuda. Devemos estar sempre disponiveis para promover a nossa terra.
Mas esta Festa de Agosto, dá que pensar. Não pela realização, mas sim pela composição da equipa de trabalho.
Fico, ansiosamente, à espera dos organizadores dessa festa. Espero não me enganar sobre os potenciais candidatos a essa organização. Serão individuos que vão ser candidatos à Junta?! Secalhar...
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Covas do Douro, a sua historia

Covas do Douro, a freguesia…
Freguesia do concelho de Sabrosa, distrito e diocese de Vila Real. Tem como orago o S. João Baptista.
Situada na margem sul a 20 Km da sede do concelho, a freguesia de Covas do Douro compreende os lugares de: Chanceleiros, Pesinho, Poça, Ferrão e Donelo.
Na sua área existem notáveis vestígios arqueológicos de um primitivo povoamento remotíssimo. Segundo a informação do Pároco, em 1758, “… há aqui um sítio que chamam Penedo do Sino, por nele terem um, antiquíssimo; outro sítio mais vizinho que chamam de Castelos ou Torre, porque nele se vêem ainda vestígios de dois; e nas circunvizinhanças se têm descoberto em escavações, numerosas moedas de metal (cobre e prata) dos imperadores Adriano e Justiniano.”
Administrativamente, pertencia em 1839 ao concelho de Vila Real, em 1852, ao de Provezende (extinto em 31/12/1953) – data em que foi integrada no de Sabrosa.
A freguesia de Covas do Douro pertenceu à 1ª regimentaria militar pelo decreto n.º 12:161 de 21 de Agosto de 1926, na qual transitou do 13ª distrito com sede em Vila Real, passando, pelo decreto 16:407 de 19 de Janeiro de 1929 a fazer parte do 9º distrito com sede em Lamego.
O decreto n.º 21:342 de 9 de Junho de 1932 fixou que o concelho de Sabrosa pertencesse ao distrito n.º 13 com sede em Vila Real.
A antiga Freguesia de S. João Baptista de Covas do Douro, antes das criações das regiões militares pertenceu, então, à 6ª divisão e ao 13º distrito com sede em Vila Real. Era Reitoria da apresentação da Casa do Infantado, instituição criada por D. João IV, que tinha como objectivo evitar que os filhos de segunda não dependessem dos primogénitos, pelo que garantia àqueles o domínio de determinados bens.
“ Comarca e termo de Vila Real, é da Casa do Infantado, tem cento e quarenta fogos, e assento em um vale. O pároco é reitor, da apresentação do senhor D. Pedro, rende duzentos mil reis. Passa por aqui o Rio Douro.” P. Cardoso
Pinho Leal diz: “ há aqui duas minas de chumbo, ambas do Sr. Ladislau Zarzechi, uma no vale da Macieira, e outra no sítio d’Água Alta. Obteve os direitos de descobridor em Novembro de 1871.”
Quintas que pertencem ou já pertenceram:
Água d’Alto, Bateiras, Boa Vista, Cachuxa, Espinhel, Formigosa,Gontelho, Laranjeira, Mantelinha, Moura, Oliveirinha, Pomar, Porto, Quinta Nova, S. Fins, Serra, Sopas, Travanca, Ujó, Vale de Figueiras, Veiga e Vista Alegre.
Freguesia do concelho de Sabrosa, distrito e diocese de Vila Real. Tem como orago o S. João Baptista.
Situada na margem sul a 20 Km da sede do concelho, a freguesia de Covas do Douro compreende os lugares de: Chanceleiros, Pesinho, Poça, Ferrão e Donelo.
Na sua área existem notáveis vestígios arqueológicos de um primitivo povoamento remotíssimo. Segundo a informação do Pároco, em 1758, “… há aqui um sítio que chamam Penedo do Sino, por nele terem um, antiquíssimo; outro sítio mais vizinho que chamam de Castelos ou Torre, porque nele se vêem ainda vestígios de dois; e nas circunvizinhanças se têm descoberto em escavações, numerosas moedas de metal (cobre e prata) dos imperadores Adriano e Justiniano.”
Administrativamente, pertencia em 1839 ao concelho de Vila Real, em 1852, ao de Provezende (extinto em 31/12/1953) – data em que foi integrada no de Sabrosa.
A freguesia de Covas do Douro pertenceu à 1ª regimentaria militar pelo decreto n.º 12:161 de 21 de Agosto de 1926, na qual transitou do 13ª distrito com sede em Vila Real, passando, pelo decreto 16:407 de 19 de Janeiro de 1929 a fazer parte do 9º distrito com sede em Lamego.
O decreto n.º 21:342 de 9 de Junho de 1932 fixou que o concelho de Sabrosa pertencesse ao distrito n.º 13 com sede em Vila Real.
A antiga Freguesia de S. João Baptista de Covas do Douro, antes das criações das regiões militares pertenceu, então, à 6ª divisão e ao 13º distrito com sede em Vila Real. Era Reitoria da apresentação da Casa do Infantado, instituição criada por D. João IV, que tinha como objectivo evitar que os filhos de segunda não dependessem dos primogénitos, pelo que garantia àqueles o domínio de determinados bens.
“ Comarca e termo de Vila Real, é da Casa do Infantado, tem cento e quarenta fogos, e assento em um vale. O pároco é reitor, da apresentação do senhor D. Pedro, rende duzentos mil reis. Passa por aqui o Rio Douro.” P. Cardoso
Pinho Leal diz: “ há aqui duas minas de chumbo, ambas do Sr. Ladislau Zarzechi, uma no vale da Macieira, e outra no sítio d’Água Alta. Obteve os direitos de descobridor em Novembro de 1871.”
Quintas que pertencem ou já pertenceram:
Água d’Alto, Bateiras, Boa Vista, Cachuxa, Espinhel, Formigosa,Gontelho, Laranjeira, Mantelinha, Moura, Oliveirinha, Pomar, Porto, Quinta Nova, S. Fins, Serra, Sopas, Travanca, Ujó, Vale de Figueiras, Veiga e Vista Alegre.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
As aventuras...
Aventureiro...
Acho que é uma palavra que define um pouco a minha pessoa. Sempre gostei de aventuras, de desafios, de projectos novos, de fazer aquilo que outros nunca acreditavam ser possível... Mas ainda tenho aventuras para fazer. A própria vida é uma aventura.
Uma das coisas que sempre gostei da minha terra, Covas do Douro, era a união do jovens. Lembro-me dos tempos em que organizavamos os famosos piqueniques, na qual os rapazes tratavam das bebidas e do transportes e, as raparigas da comida. Eram domingos sempre passados em clima de alegria e de enorme convivio. Existe uma pessoa que, infelizmente, já não se encontra entre nós. O saudoso Padre Fernandes. Um Homem humilde, amorável e com um carisma acima da média. Ainda me lembro, estarmos no monte de S.Leonardo de Galafura, quando o Pa. Fernades apareceu com o "tachinho" de arroz para comermos. Apesar da idade, tinha um espirito jovem, e via-se nos olhos dele a alegria de estar connosco. Deixou saudades. Com a formação do Grupo de Jovens de Covas do Douro, as actividades recreativas e culturais foram inúmeras. Desde peças de teatro aos jogos populares, Covas do Douro viveu dias que jamais serão esquecidos. A dinâmica da juventude era enorme.
Uns casaram, outros partiram... O Grupo de Jovens diluiu-se!
Formou-se mais tarde a ACR (Acção Católica Rural) em que o nosso coordenador era o Eurico Machado que, dentro das suas possibilidades, lá ia desafiando a malta para diversas actividades e encontros religioso. Houve um desafio que mexeu com todos os membros do grupo. Fazer teatro no Largo da Fontinha-Covas do Douro, 5 de Agosto de 2005. Em cima do palco, previamente montado e decorado, fiz a apresentação do espectáculo, em que a freguesia de Covas saiu à rua e aplaudiu, cheia de entusiasmo, o trabalho dos jovens actores. Tirando um senhor emigrante que não gostou muito de uma música cantanda por mim, toda a gente enalteceu o trabalho realizado pela ACR de Covas do Douro. Fizemos outros espectáculos ao ar livre, mas aquele foi o 1º... Um enorme desafio...
Desde de muito cedo tive este espírito de organizar, de fazer, de orientar projectos e ideias. Talvez por ver o meu irmão, Mário, e os amigos dele a organizar festas. Depois, tive um professor na escola primária que me incutiu, também, esse espírito, sempre em prol das pessoas. O professor Luis Pereira Pinto, é uma referência para mim.
Com apenas 11 anos, assinar um contrato (como é que isto foi possível não sei!), com o Agrupamento Musical Diapasão, grupo de música na ribalta em 1989.
Durante o tempo que estudei na Escola Agrícola do Rodo, também, estive sempre ligado á Associação de Estudantes.
Com entrada no Ensino Superior, com apenas 20 anos, convidaram-me para fazer parte de uma lista à Associação Académica da UTAD. Foi um colega de curso, o famoso Manuel de Oliveira, um dinamizador nato, do jornal da Academia. Ganhamos! Foi uma mudança radical na Associação. Foi no ano lectivo de 1999/2000. Um mandato muito bom em termos de trabalho, mas que quase acabava mal. No ano seguinte, fui convidado para ser Secretario da Direcção e Coordenador da Politica Educativa. Um ano de trabalho duro e penoso. Só eu e o meu grande amigo, Rui Monteiro, sabemos o que passamos para que a Associação fosse um pólo dinamizador da Academia.
Em meados de 2001, fui convidado para fazer parte da Secção de Futebol da AAUTAD. Aceitei o convite. A equipa de futsal tinha acabado de subir à 1ª divisão nacional. Foram quase 4 anos como director de uma equipa que era o orgulho da Universidade e da Cidade de Vila Real. Um projecto interrompido, por individuos que tinham receio de que a Secção de Futebol tivesse mais protagonismo do que a própria Direcção da Associação. (um dia voltarei a falar sobre o assunto).
Para além de tudo isto, sempre houve e há (apesar de estar em dormência forçada por mim) o bichinho pela política.
Nunca fui feliz em termos politicos! 2 eleições=2 derrotas! Sim, perdi. Como Coordenador da Juventude Socialista de Sabrosa, nunca consegui que o candidato do PS ganha-se as eleições.
Foram 2 derrotas duras de digerir.
Hoje, talvez, fizesse coisa de outra forma. A formação da JS em Sabrosa foi um processo dificil, num concelho, tendencialmente, PSD.
Ouvi, muitas vezes, filhos de Presidentes da Junta do PS, que não queriam ser militantes da JS porque a Câmara era do PSD " e sabes como é..." Eu sei. Sei que são pessoas que andam à procura de uma oportunidade.
Em Covas, também, não fui feliz. Por 2 vezes que fui convidado para Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, obtive 2 derrotas. Mas, acho que fiz um bom trabalho na Assembleia como Deputado. Grande parte desse trabalho de oposição, realizado sozinho, já que os outros 2 Deputados não compareciam ás sessões!
Aventuras... em 30 anos, já tive algumas aventuras... Boas e más, não deixam de ser aventuras...
Acho que é uma palavra que define um pouco a minha pessoa. Sempre gostei de aventuras, de desafios, de projectos novos, de fazer aquilo que outros nunca acreditavam ser possível... Mas ainda tenho aventuras para fazer. A própria vida é uma aventura.
Uma das coisas que sempre gostei da minha terra, Covas do Douro, era a união do jovens. Lembro-me dos tempos em que organizavamos os famosos piqueniques, na qual os rapazes tratavam das bebidas e do transportes e, as raparigas da comida. Eram domingos sempre passados em clima de alegria e de enorme convivio. Existe uma pessoa que, infelizmente, já não se encontra entre nós. O saudoso Padre Fernandes. Um Homem humilde, amorável e com um carisma acima da média. Ainda me lembro, estarmos no monte de S.Leonardo de Galafura, quando o Pa. Fernades apareceu com o "tachinho" de arroz para comermos. Apesar da idade, tinha um espirito jovem, e via-se nos olhos dele a alegria de estar connosco. Deixou saudades. Com a formação do Grupo de Jovens de Covas do Douro, as actividades recreativas e culturais foram inúmeras. Desde peças de teatro aos jogos populares, Covas do Douro viveu dias que jamais serão esquecidos. A dinâmica da juventude era enorme.
Uns casaram, outros partiram... O Grupo de Jovens diluiu-se!
Formou-se mais tarde a ACR (Acção Católica Rural) em que o nosso coordenador era o Eurico Machado que, dentro das suas possibilidades, lá ia desafiando a malta para diversas actividades e encontros religioso. Houve um desafio que mexeu com todos os membros do grupo. Fazer teatro no Largo da Fontinha-Covas do Douro, 5 de Agosto de 2005. Em cima do palco, previamente montado e decorado, fiz a apresentação do espectáculo, em que a freguesia de Covas saiu à rua e aplaudiu, cheia de entusiasmo, o trabalho dos jovens actores. Tirando um senhor emigrante que não gostou muito de uma música cantanda por mim, toda a gente enalteceu o trabalho realizado pela ACR de Covas do Douro. Fizemos outros espectáculos ao ar livre, mas aquele foi o 1º... Um enorme desafio...
Desde de muito cedo tive este espírito de organizar, de fazer, de orientar projectos e ideias. Talvez por ver o meu irmão, Mário, e os amigos dele a organizar festas. Depois, tive um professor na escola primária que me incutiu, também, esse espírito, sempre em prol das pessoas. O professor Luis Pereira Pinto, é uma referência para mim.
Com apenas 11 anos, assinar um contrato (como é que isto foi possível não sei!), com o Agrupamento Musical Diapasão, grupo de música na ribalta em 1989.
Durante o tempo que estudei na Escola Agrícola do Rodo, também, estive sempre ligado á Associação de Estudantes.
Com entrada no Ensino Superior, com apenas 20 anos, convidaram-me para fazer parte de uma lista à Associação Académica da UTAD. Foi um colega de curso, o famoso Manuel de Oliveira, um dinamizador nato, do jornal da Academia. Ganhamos! Foi uma mudança radical na Associação. Foi no ano lectivo de 1999/2000. Um mandato muito bom em termos de trabalho, mas que quase acabava mal. No ano seguinte, fui convidado para ser Secretario da Direcção e Coordenador da Politica Educativa. Um ano de trabalho duro e penoso. Só eu e o meu grande amigo, Rui Monteiro, sabemos o que passamos para que a Associação fosse um pólo dinamizador da Academia.
Em meados de 2001, fui convidado para fazer parte da Secção de Futebol da AAUTAD. Aceitei o convite. A equipa de futsal tinha acabado de subir à 1ª divisão nacional. Foram quase 4 anos como director de uma equipa que era o orgulho da Universidade e da Cidade de Vila Real. Um projecto interrompido, por individuos que tinham receio de que a Secção de Futebol tivesse mais protagonismo do que a própria Direcção da Associação. (um dia voltarei a falar sobre o assunto).
Para além de tudo isto, sempre houve e há (apesar de estar em dormência forçada por mim) o bichinho pela política.
Nunca fui feliz em termos politicos! 2 eleições=2 derrotas! Sim, perdi. Como Coordenador da Juventude Socialista de Sabrosa, nunca consegui que o candidato do PS ganha-se as eleições.
Foram 2 derrotas duras de digerir.
Hoje, talvez, fizesse coisa de outra forma. A formação da JS em Sabrosa foi um processo dificil, num concelho, tendencialmente, PSD.
Ouvi, muitas vezes, filhos de Presidentes da Junta do PS, que não queriam ser militantes da JS porque a Câmara era do PSD " e sabes como é..." Eu sei. Sei que são pessoas que andam à procura de uma oportunidade.
Em Covas, também, não fui feliz. Por 2 vezes que fui convidado para Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, obtive 2 derrotas. Mas, acho que fiz um bom trabalho na Assembleia como Deputado. Grande parte desse trabalho de oposição, realizado sozinho, já que os outros 2 Deputados não compareciam ás sessões!
Aventuras... em 30 anos, já tive algumas aventuras... Boas e más, não deixam de ser aventuras...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Covas do Douro...
Aqui vão ficar umas breves reflexões sobre a minha região, o Douro.
Como é óbvio, a minha terra, Covas do Douro, terá um destaque especial.
Freguesia localizada na margem do sul do Concelho de Sabrosa, tem como lugares:Covas do Douro, Donelo, Chanceleiros, Pesinho, Poça e Ferrão. Com uma área de 196 ha, onde predomina a cultura da vinha, da qual se produz um dos mais famosos vinhos do mundo: o vinho do Porto. A freguesia não terá mais de 1000 habitantes, sendo que muitos deles trabalham fora da freguesia, regressando a esta no final do dia ou, mesmo, no final da semana. Costumes e tradições foram-se perdendo ao longo do tempo. Covas do Douro foi rica em cultura e desporto. Teve uma Banda de Música, um Rancho Folclórico, Grupo de Teatro, equipa de futebol 11... Infelizmente, o êxodo rural atingiu a freguesia, fazendo com que hoje não exista massa humana para todas aquelas agremiações. A aposta na produção de vinhos generosos e de mesa com qualidade e no turismo rural será, porventura, o caminho para o desenvolvimento de toda a freguesia. Encontrar pessoas empreendedoras e apoiar os empresários já existentes, de forma a criar condições sócio-económicas para a freguesia, tendo por objectivo a fixação das pessoas. Será um trabalho duro, mas ao mesmo tempo ambicioso. Esperamos ter políticos e entidades à altura. Covas precisa, o Douro também.
Como é óbvio, a minha terra, Covas do Douro, terá um destaque especial.
Freguesia localizada na margem do sul do Concelho de Sabrosa, tem como lugares:Covas do Douro, Donelo, Chanceleiros, Pesinho, Poça e Ferrão. Com uma área de 196 ha, onde predomina a cultura da vinha, da qual se produz um dos mais famosos vinhos do mundo: o vinho do Porto. A freguesia não terá mais de 1000 habitantes, sendo que muitos deles trabalham fora da freguesia, regressando a esta no final do dia ou, mesmo, no final da semana. Costumes e tradições foram-se perdendo ao longo do tempo. Covas do Douro foi rica em cultura e desporto. Teve uma Banda de Música, um Rancho Folclórico, Grupo de Teatro, equipa de futebol 11... Infelizmente, o êxodo rural atingiu a freguesia, fazendo com que hoje não exista massa humana para todas aquelas agremiações. A aposta na produção de vinhos generosos e de mesa com qualidade e no turismo rural será, porventura, o caminho para o desenvolvimento de toda a freguesia. Encontrar pessoas empreendedoras e apoiar os empresários já existentes, de forma a criar condições sócio-económicas para a freguesia, tendo por objectivo a fixação das pessoas. Será um trabalho duro, mas ao mesmo tempo ambicioso. Esperamos ter políticos e entidades à altura. Covas precisa, o Douro também.
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